quinta-feira, 18 de junho de 2020

Festa em Lagos


Já viram bem a quantidade de gente que está implicada directa ou indirectamente por causa da festa  destes idiotas irresponsáveis, de Lagos?
O transtorno que causou?
O alvoroço?
Os prejuízos?

E não há consequências?
Quem organizou, quem alugou o espaço ( e até quem participou)!

Isto é um crime! Há penalização para este crime!

As pessoas não podem fazer tudo o que querem, prejudicar centenas ou milhares de pessoas e ficarem impunes!
Não podem!

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Dia de Camões


Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas





                                                                           

Opinião


    Agora deu-me para isto: opinar! Mas na verdade às vezes vêem-se notícias no Jornal da TV, que incomodam.
     Ontem, foi aquela notícia sobre a expulsão de ocupantes ilegais num prédio, fechado desde 2018.  Logo se juntou uma multidão, também a opinar, tudo ao monte e fé em Deus!...Ou nos médicos, quando vier aí outra onda de pandemia - por este caminho, vamos lá depressa!

     Lamento a situação dos ocupantes do prédio. São situações que as Câmaras, as Juntas, as Associações...devem ajudar a  resolver. Mas não é a ocupar a propriedade privada, que se resolvem os problemas. As pessoas acham que têm todos os direitos e esquecem-se que os outros também os têm. Isso é uma coisa que se vê cada vez mais:  têm-se direitos e não se têm deveres.
A casa tem dono. Não podemos invadir assim propriedade alheia.

     Não se estão a colocar na rua pessoas que viveram ali uma vida inteira, como às vezes acontece (isso é outra conversa!). Aqui tratou-se da ocupação ilegal duma propriedade, segundo a notícia, desde Maio, e agora quando os proprietários quiseram tirar os invasores fez-se este folclore! ( E a comunicação social colabora!) Juntou-se logo uma multidão a dar palpites, porque as coisas não são deles. É muito fácil fazer caridade e ser bonzinho com o que é dos outros.

     Pergunto-me: uma associação não tem estatutos? Regras? Não conhece a lei?...Não sabe que é ilegal invadir propriedade privada?...

     O seu a seu dono!

     Estou errada?



segunda-feira, 8 de junho de 2020

Leituras


     Um livro que há muito andava no meu monte de livros a ler , "Não é artista quem quer" de Raul Lino e um que me recomendaram, após uma discussão amigável, com pontos de vista diferentes, "História Politicamente incorrecta do Portugal Contemporâneo" de Henrique Raposo.
     Ambos interessantes ; este último surpreendeu-me.

                                                                                 




Manifestações//Pandemia 2


                                                                                 




domingo, 7 de junho de 2020

Manifestação//Pandemia


Vi uma imagem da manifestação em Lisboa e não acreditei no que vi!
As pessoas já esqueceram a Pandemia?

Vamos ver o que acontece daqui por quinze dias!

E depois os profissionais de saúde que resolvam estas irresponsabilidades!




segunda-feira, 18 de maio de 2020

Cumpra-se a tradição!


Já cá está o manjerico deste ano!
É bonitinho.

                                                                               



                                                                       

sexta-feira, 15 de maio de 2020

Brincadeiras


Canção da Ama

Quando as vozes dos ninos se ouvem no prado
E riso no monte há que ouvi-lo,
Está meu coração no peito em paz
E tudo o mais é tranquilo

Para casa meninos, já se pôs o sol
E o relento à noite vem
Vá vá finde o jogo, e recolhei logo
'Té nos céus ressurgir a manhã

Não não inda há jogo, é dia vos rogo
Não podemos ir dormir
O céu inda agita, o voo da avezita
E há ovelhas o monte a cobrir

Bem bem siga o jogo & até ao escuro logo
E então hão-de ir deitar
Os miúdos pularam & riram & gritaram
E os montes a ecoar

William Blake

                                                                           


quinta-feira, 14 de maio de 2020

Memórias

                                                                             
                                                                             




quinta-feira, 7 de maio de 2020

Alegrias do meu amanhecer


                                                                             

Amanhecer de Outubro


Amanhecer é o começo. É a luz que regressa. O calor. O sol.
Amanhecer é a vida que recomeça em cada dia.
Antigamente gostava da noite. Hoje não gosto. Gosto do amanhecer, gosto do dia, gosto da luz do sol.
O meu amanhecer tem sempre um agradecimento a Deus, à Vida, por mais um dia.
Mesmo (e principalmente ) nos dias de rabugice.
Gosto de ver o sol aparecer nas minhas janelas e da luz quente que se vai espalhando. É uma luz tão bonita!


terça-feira, 5 de maio de 2020

Dia Mundial da Língua Portuguesa


Ouvi há pouco, no intervalo das "minhas" aulas na TV, que hoje se festeja pela primeira vez o Dia Mundial da Língua Portuguesa. A 4ª língua mais falada, no mundo. Falada por cerca de 260 milhões de pessoas!



A minha Pátria é a Língua Portuguesa - Fernando Pessoa

Gosto de dizer. Direi melhor: gosto de palavrar. As palavras são para mim corpos tocáveis, sereias visíveis, sensualidades incorporadas. Talvez porque a sensualidade real não tem para mim interesse de nenhuma espécie – nem sequer mental ou de sonho -, transmudou-se-me o desejo para aquilo que em mim cria ritmos verbais, ou os escuta de outros. Estremeço se dizem bem. Tal página de Fialho, tal página de Chateaubriand fazem formigar toda a minha vida em todas as veias, fazem-me raivar tremulamente quieto de um prazer inatingível que estou tendo. Tal página, até de Vieira, na sua fria perfeição de engenharia sintáctica, me faz tremer como um ramo ao vento, num delírio passivo de coisa movida.
Como todos os grandes apaixonados, gosto da delícia da perda de mim, em que o gozo da entrega se sofre inteiramente. E, assim, muitas vezes, escrevo sem querer pensar, num devaneio externo, deixando que as palavras me façam festas, criança menina ao colo delas. São frases sem sentido, decorrendo mórbidas, numa fluidez de água sentida, esquecer-se de ribeiro em que as ondas se misturam e indefinem, tornando-se sempre outras, sucedendo a si mesmas. Assim as ideias, as imagens, trémulas de expressão, passam por mim em cortejos sonoros de sedas esbatidas, onde um luar de ideia bruxuleia, malhado e confuso.
Não choro por nada que a vida traga ou leve. Há porém páginas de prosa que me têm feito chorar. Lembro-me, como do que estou vendo, da noite em que, ainda criança, li pela primeira vez numa selecta o passo célebre de Vieira sobre o rei Salomão. “Fabricou Salomão um palácio…” E fui lendo, até ao fim, trémulo, confuso: depois rompi em lágrimas, felizes, como nenhuma felicidade real me fará chorar, como nenhuma tristeza da vida me fará imitar. Aquele movimento hierático da nossa clara língua majestosa, aquele exprimir das ideias nas palavras inevitáveis, correr de água porque há declive, aquele assombro vocálico em que os sons são cores ideais – tudo isso me toldou de instinto como uma grande emoção política. E, disse, chorei: hoje, relembrando, ainda choro. Não é – não – a saudade da infância de que não tenho saudades: é a saudade da emoção daquele momento, a mágoa de não poder já ler pela primeira vez aquela grande certeza sinfónica.
Não tenho sentimento nenhum político ou social. Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento patriótico. Minha pátria é a língua portuguesa. Nada me pesaria que invadissem ou tomassem Portugal, desde que não me incomodassem pessoalmente. Mas odeio, com ódio verdadeiro, com o único ódio que sinto, não quem escreve mal português, não quem não sabe sintaxe, não quem escreve em ortografia simplificada, mas a página mal escrita, como pessoa própria, a sintaxe errada, como gente em que se bata, a ortografia sem ípsilon, como o escarro directo que me enoja independentemente de quem o cuspisse.
Sim, porque a ortografia também é gente. A palavra é completa vista e ouvida. E a gala da transliteração greco-romana veste-ma do seu vero manto régio, pelo qual é senhora e rainha.

“Livro do Desassossego”, por Bernardo Soares. Vol. I, Fernando Pessoa





segunda-feira, 4 de maio de 2020

Intervalo: livros e decoração

Acho que ainda não coloquei aqui este video.
Adoro esta casa.






                                                                           

domingo, 3 de maio de 2020

Feliz Dia da Mãe!

Fui resgatar uma velha história do livro de leitura da 4ª Classe.
Lembro-me bem de a ler e de ficar impressionada.

                                                                           


sexta-feira, 17 de abril de 2020

Bom fim-de-semana:)





                                                                                 

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Serenata de Esperança


Foi na TVI24 no dia 11 deste mês, à Meia-noite.
Não ouvi na TV, mas ouvi depois no Youtub e achei tão bonito, que deixo aqui, para quem também não ouviu, se quiser...





                                                                           

domingo, 12 de abril de 2020

Continuação de Bom Domingo de Páscoa


Boa Páscoa para todos!   

                                                                          





Retirado do Livro de Leitura da 2ª Classe de 1968.


quarta-feira, 8 de abril de 2020

Em tempo de quarentena - 4



Cá está ele! O meu pãozinho! Foi a segunda vez que fiz e saiu bem.  Fiz pela receita do video, mas teve que estar mais um quarto de hora no forno, talvez porque o forno do meu fogão não seja tão forte. 
Cheira tão bem!

                                                                                 






domingo, 5 de abril de 2020

Em tempo de quarentena - 3

Por estes dias, vai havendo tempo para tudo.
Hoje fiz uma torta. Nunca tinha feito nenhuma e saiu-me bem.
Aceitam uma fatia?

Vou ali fazer um chazinho e já venho...