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sábado, 30 de março de 2019

Livrinhos...

Quando chegam novos livros cá a casa é dia feliz!
Felizmente acontece com frequência.
Ontem chegaram novos livros!

Poema (sem título)

10.

Sòzinha no bosque
Com meus pensamentos,
Calei as saudades,
Fiz trégua a tormentos.

Olhei para a Lua,
Que as sombras rasgava,
Nas trémulas águas
Seus raios soltava.

Naquela torrente
Que vai despedida,
Encontro assustada
A imagem da vida.

Do peito, em que as dores
Já iam cessar,
Revoa a tristeza
E torno a penar.

Marquesa de Alorna


                                                                             
                                                                             

domingo, 10 de março de 2019

Leituras

Foi o último livro que li.
Creio que se o tivesse lido há 20 anos, teria gostado. Hoje, foi uma leitura que levei até ao fim (o livro é pequeno), mas não me interessou por aí além.  Achei-o até um pouco enfadonho.
A idade  muda-nos as prioridades e com elas alguns gostos.

                                                               


Em contrapartida, "Renascer", do qual já li um terço, mais ou menos, estou a gostar.
É o primeiro volume dos diários de Susan Sontag. Já o comprei em 2011, mas ainda não o tinha lido. No prefácio, o editor, David Rieff, filho de Sontag, fala em três volumes, mas tanto quanto sei, em Portugal ainda não foi editado mais nenhum.
Este volume, comporta os diários desde 1947 até 1963.
É interessante.



segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Leituras

Os últimos livros que li...

                                                                           


       
Os Figos de Setembro, um livro que se lê sem  dar conta do tempo passar. Gosto tanto dos contos da Maria João Falcão! Quem conhece o blogue Falcão de Jade, já conhece um pouco da sua escrita sensível e viva, que nos permite "ver" as situações descritas e imaginar as cenas vividas, como se estivessemos lá. Estes contos que falam da infância da autora, transportam-nos até à nossa própria infância, quando damos por nós a pensar que vivemos algumas situações parecidas. Recomendo!

A Saga de Selma Lagerlöf, foi uma agradável surpresa. É um livro muito interessante que nos dá a conhecer a história de vida da primeira mulher a receber o Nobel da Literatura. Gostei imenso.


domingo, 13 de janeiro de 2019

Ainda os "Figos de Setembro" de Maria João Falcão

Para quem me perguntou, sobre onde comprar o livro "Os figos de Setembro", já sei que estão à venda na Livraria Lumière, cujo blogue está aí ao lado na minha lista de blogues e na Livraria  RG Livreiros de Cascais.

http://falcaodejade.blogspot.com/2019/01/carta-as-amigos-do-meu-blogpubliquei-o.html#comment-form   


Bom Domingo, com livros, com música...


                          

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Apresentação do livro "Os Figos de Setembro"


É no próximo sábado, dia 5 , no Centro Cultural de Cascais, a apresentação do livro    "Os Figos de Setembro e outras histórias "  de Maria João Falcão.

Se puder estar presente, vai certamente ficar encantado com  a autora e a sua escrita clara, humana, terna e que nos transporta até aos lugares onde as histórias acontecem.
             
Não se esqueça: sábado, pelas 16.30h. E depois pode ir ler o livro para uma esplanada, olhando o mar...há lá programa melhor!


                                                     



sábado, 28 de julho de 2018

Dádivas do Mar

                                
Adoro o mar e andar na água; coisa que já não faço há anos, embora todos os anos vá uns dias para perto do mar.
Tenho saudades de entrar no mar e nadar, onde apesar de algum medo, há também a sensação inigualável de liberdade.

Acabei de ler um pequeno livro recomendado no blogue Falcão de Jade  ( no link mais abaixo) e gostei muito: Dádivas do Mar.
É um livro escrito há mais de sessenta anos e continua actual, talvez mais actual que nunca, numa época em que as mulheres  vivem em permanente competição e continuam sobrecarregadas de tarefas (entre emprego, trabalho doméstico, filhos...) e não conseguem tempo para estar a sós consigo mesmas e encontrar a tranquilidade que os dias agitados não permitem.
Quando não estamos bem connosco, também não estamos bem com os que nos rodeiam.

"Este não é somente um livro, é uma clarividência, o mundo visto na sua complexa simplicidade. Neste pequeno Dádivas do Mar, Anne fala-nos daquilo que somos, através da imagética das conchas: as nossas relações com a casa, o espaço, os amigos, os filhos e os parceiros. Faz-nos ver, com uma lucidez impressionante, o que de melhor temos dentro de nós."  ( Na contracapa)


                                     



[...]"O tempo passado a sós em sossego, a contemplação, a oração, a música, uma linha de concentração de pensamento ou leitura, de estudo ou trabalho. Pode ser uma manifestação física, intelectual ou artística, qualquer forma de vida criativa que provenha de nós mesmas. Não precisa de ser um projecto enorme, nem uma grande obra. Mas deve ser algo que seja realmente nosso." pág. 57


Gostei desta leitura.
Hei-de voltar ao livro mais vez



http://falcaodejade.blogspot.com/2018/06/quando-o-mar-e-uma-companhia.html


sábado, 7 de outubro de 2017

Livros e revistas :)


Já saiu o número 3 da revista Project Calm.
O tema deste número é o Mar.

                                                                                     
 
 
 
E uma sugestão de um livro conhecido, mas em formato diferente: O Diário de Anne Frank em banda desenhada.
 
 
 
 
 
Bom sábado:)))
 
 

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Parabéns Cláudia!

Que tenha um dia muito feliz!

E que mantenha sempre a sua alegria, simpatia e o espírito jovem!

                                                                              

( Foto de bolo retirado da Net)




Kate Bush numa canção (com alguns anos) inspirada no livro "O Monte dos Vendavais"


sábado, 2 de setembro de 2017

Outras leituras:)

Descobri por acaso e gostei muito.
                                                                                  

Um volume que reúne vinte e três contos e poesias de Beatrix Potter.
Os textos estão completos e incluem as ilustrações originais.
Muito bonito:)


Comprei-o numa livraria e só depois é que vi que era um belíssimo catálogo de uma exposição.
Não me lembro de ouvir falar da exposição, mas o catálogo tem a data de 16 de Dezembro de 2016 a 21 de Abril de 2017, no Palácio Nacional da Ajuda.
É um livro muito interessante e bonito:)


Descobri o número 2 desta revista (o último a sair) há pouco tempo. Entretanto já consegui os números 1 e o 0. Têm coisas muito giras para quem, como eu, gosta de trabalhos manuais.
Há material para ler, para fazer e para criar. Quase toda a revista pode ser utilizada para fazer trabalhos.
Adoro!


segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Bons vícios :)


Últimas aquisições.
Chegaram, todos, hoje!
Vindos directamente da Bertrand e da Lumière.

                                                                        
 
 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Anna e o Homem Andorinha

Primeiro foi a capa que me atraiu, depois o título e depois os elogios de diferentes publicações, publicadas na badana da contracapa.

A leitura faz-se com facilidade e alguma expectativa, mas esperava sentir as palavras com mais emoção.
Fiquei na dúvida quanto ao final...

Uma certeza nos fica: a guerra é estúpida, inútil e destruidora. Qualquer guerra. A guerra é um lugar de tristeza e solidão.


 
 
"As nossas armas são o conhecimento, e a observação, e a paciência, e o tempo, e se tivermos uma dose suficiente destas duas últimas coisas, as nossas armas irão sempre prevalecer." (Pág.80)
 
Anna e o Homem Andorinha, Gavriel Savit
 
                                                                         
 
 
 
"Cracóvia, 1939. Um milhão de soldados marcham e mil cães ladram. Este não é um lugar para crescer.
 
Anna tem apenas sete anos no dia em que os alemães levam o seu pai, professor de Linguística, durante a purga de intelectuais da Polónia. Está sozinha quando encontra o Homem-Andorinha, um astuto trapaceiro, alto e estranho, com mais de um às na manga; um impostor que consegue até que os soldados com que se cruza só vejam aquilo que ele quer que vejam.
 
O Homem-Andorinha não é o pai de Anna - ela sabe-o bem, mas também sabe  que, como o seu pai, está em perigo e, também como o seu pai, tem o dom das línguas: fala polaco, russo, alemão, iídiche e a linguagem dos pássaros,
Quando o misterioso indivíduo consegue que uma bela andorinha lhe pouse na mão para que Anna deixe de chorar, a menina fica encantada. E decide segui-lo até onde ele for.
 
Ao longo da viagem, Anna e o Homem-Andorinha escaparão a bombas e soldados e também farão amigos. Mas num mundo louco, tudo pode ser um perigo. Até o Homem- Andorinha." (Na badana da capa).
             

                                                                         

domingo, 13 de agosto de 2017

Livros de ouro


Uma curiosidade, retirada da Estante nº 13/Primavera 2017                                                                          


segunda-feira, 31 de julho de 2017

Quer um gato?


Esta foi uma pergunta que me fizeram, não há muito tempo. Estive tentada a aceitar, porque acho os gatinhos engraçados e como são mais ou menos independentes, podia ser uma companhia e não dar muito trabalho.
Mas acabei não aceitando, porque trazer para casa um animal destes é criar laços que nunca mais se desfazem. E depois?...
Não! Sou demasiado preguiçosa para criar estes laços...

Não aceitei.

Mas os gatos ultimamente "perseguem-me".


Há dias entrei na Bertrand para espreitar as novidades e houve um livro que me despertou curiosidade, pela capa, que achei tão bonita. As capas aproximam-nos e afastam-nos, se bem que depois o conteúdo do livro nem sempre coincide.

Este livro conta a história de "...como Nils Uddenberg, antigo professor universitário de Psiquiatria, se tornou dono de uma gata, embora nunca tenha querido ter qualquer espécie de animal doméstico.
Certa manhã de inverno, o autor encontrou uma gata no jardim da sua casa. A partir desse momento, a gatinha introduziu-se suave mas firmemente, na sua vida, para nunca mais a abandonar." (Na contracapa )

É um livro fácil de ler, que os amantes de gatos certamente poderão adorar. Gostei de o ler. A gatinha protagonista inspira-nos uma certa ternura e lá voltou outra vez a vontade de ter um gatito, mas  também, ao longo da leitura, por vezes pensei « Ainda bem que não tenho um gato!».

                                                                                     


"Conquanto não implique nada pior do que «ter um gato», provavelmente é bom para o desenvolvimento pessoal ser-se exposto a algo inesperado. Os velhos têm tendência a fixar-se em certos hábitos. A Bichana obrigou-nos a hábitos novos, o que tem sido sobretudo benéfico." ( Pág.208)

Pronto, quem sabe, quando for mais velha e estiver mais acomodada na vida, arranje, então, finalmente, um gatinho...

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Última leitura de 2016


Este ano li muito pouco.
Parece que cada  ano em que faço planos para ler mais, ainda leio menos.
Não sei bem quantos livros li, mas foram poucos.

Paula Rego por Paula Rego foi o último. Acabei-o ontem.
Para quem tem alguma curiosidade sobre a artista, aqui fica a sugestão.
É um livro fácil de ler (são entrevistas feitas por Anabela Mota Ribeiro, em tempos diferentes) e fiquei a conhecer um pouco mais sobre a vida e o percurso artístico de uma figura com quem simpatizo.

                                                                                 
 
 
"Com a naturalidade de quem obtém o privilégio de assistir invisível a uma conversa particular, acedemos com estas conversas ao conhecimento desse inevitável quotidiano que é o obscuro processo de trabalho da artista, a sua ambição de « fazer uma coisa que não consegue fazer», de pintar «aquilo que dói, magoa», [...]. Estes diálogos não iluminam « o quarto escuro» em que a artista confessa estar «desde os três anos », mas ajudam-nos a não tropeçar em ideias feitas, a fugir das convenções de interpretação estereotipadas, a experimentar o sobressalto  que a obra de Paula Rego sempre origina na nossa própria inquietação, a ver dentro de nós no escuro da sua obra."
 
João Fernandes
(Na contracapa do livro)
 

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Um poema ao acaso


                                                                             
 
 
VII
 
O sentido normal das palavras não faz bem ao poema.
Há que se dar um gosto incasto aos termos.
Haver com eles um relacionamento voluptuoso.
Talvez corrompê-los até à quimera.
Escurecer as relações entre os termos em vez de aclará-los.
Não existir mais rei nem regências.
Uma certa liberdade com a luxúria convém.
 
Pág.245
 
 

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Livros, poemas e canções


Leonard Cohen
                                                                             
 
Pergunto-me Quanta Gente
Nesta cidade
 
Pergunto-me quanta gente nesta cidade
vive em quartos mobilados.
Tarde na noite quando olho os edifícios
Juro que vejo um rosto em cada janela
olhando-me a mim,
e quando me volto
pergunto-me quantos regressam às suas mesas
e escrevem isto.
 
Leonard Cohen
 
 
 
 

domingo, 4 de setembro de 2016

Do outro lado...

 
"Tenha cuidado, metade do saber é por vezes muito pior do que a ignorância total."
 
O Japão é um lugar estranho, pág.66

                                                                              
 
 

domingo, 21 de agosto de 2016

Escola & Educação


"Durante as férias de Verão, os estudantes japoneses têm de efectuar um certo número de trabalhos ou actividades que deverão mostrar ao professor no regresso às aulas: participação em sessões de ginástica radiofónica de bairro, diário pessoal com desenhos, lista de livros lidos e com os respectivos comentários, relatório sobre um tema á escolha, etc."

Pág.145, A Magia dos Números, Yoko Ogawa

                                                                                 
 

"Não saber não era vergonhoso, pois permitia tomar outra direcção na busca da verdade." (pág.77)

                                                                               

                                                                                    

domingo, 17 de julho de 2016

Marcadores - XCIV

Vinha com o livro Uma Questão de Classe.
Joanne Harris foi uma autora que li há uns anos, quando saiu o primeiro livro dela, Chocolate. Embora tenha comprado quase todos os livros da autora (creio que só me faltam dois, um dos quais de culinária) deixei de a ler ao 3º ou 4º livro. Os outros foram ficando para "depois". Mas este, Uma Questão de Classe, deixou-me curiosa depois de ver a sinopse.
Fica à mão para ler nestas férias.

                                                                                   
 
 

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Na LER Verão 2016

"A expressão tem dois sentidos: o da exaltação de todas as coisas que existem no mundo e o da comoção suscitada pela beleza do mundo natural. O meu pai [fotojornalista] costumava colecionar guias sobre tudo e mais alguma coisa: de aviões a pedras ou lagartas. Ele amava o facto de o mundo estar cheio de diferentes tipos de vida, de coisas, de movimentos. Uma das mensagens deste livro é a de que, para entendermos o que é humano, precisamos de interagir com aquilo que não o é. Os animais ensinam-nos muitíssimo sobre o que é ser-se uma pessoa.
[...]
A minha maior conquista foi aceitar a morte do meu pai e a impossibilidade de o ter de volta, e também aceitar que Mabel não podia continuar comigo. O livro acaba com a aceitação de que tudo muda. Não é uma questão de ultrapassar o luto: há que incorporar a perda. De cada vez que perdemos alguém, tornamo-nos uma pessoa diferente."

Excertos da entrevista a Helen Macdonald, na LER nº142/Verão 2016  (acabadinha de sair)
pág.54 e 56.
A propósito do seu livro A de Açor publicado pela Lua de Papel, onde a autora fala da forma como se isolou do mundo, após perder o pai e como, durante esse isolamento, treinou um açor - Mabel.

                                                                             
 
 
Não é açor, mas é da família :)