Da autora, tinha lido "Canção Doce", um livro que me prendeu do princípio ao fim. Embora este seja diferente, porque são textos pequenos e uma entrevista, lê-se com o mesmo interesse.
Gostei e pretendo ler mais.
Muito bom.
Da autora, tinha lido "Canção Doce", um livro que me prendeu do princípio ao fim. Embora este seja diferente, porque são textos pequenos e uma entrevista, lê-se com o mesmo interesse.
Gostei e pretendo ler mais.
Muito bom.
O título, até um bocado tolo, despertou-me curiosidade (fala-se de livros...) e folheei-o sem grande convicção. Mas a leitura da badana convenceu-me pois pensei que era um livro em que várias pessoas falavam da sua relação com os seus/sua livros/biblioteca.
Não é nada disso!
Apesar de tudo, conclui a leitura, porque é ligeiro e várias vezes me fez sorrir, por me sentir identificada.
Enfim, li-o num instante e fiquei a perceber que não sou louca sozinha: há por aí muita gente a comprar, comprar, comprar livros, que compra a pensar que são mesmo para ler (logo que haja oportunidade) mas sabe perfeitamente que nunca irá conseguir ler por falta de tempo/vida.
Haja saúde!😊
Um livro que todos deviam ler, principalmente filhos com pais idosos e cuidadores.
Tem relatos comoventes.
"A velhice, aquela da qual todos fugimos, mas à qual todos desejamos chegar, pode ser boa se nela existirem amor e respeito. A velhice só é negra quando profundamente marcada pela solidão."(pág.205)
Este fim-de-semana realiza-se a Romaria da Sra. de Mércules.