Memória
De todos os cilícios, um, apenas,
Me foi grato sofrer;
Cinquenta anos de desassossego
A ver correr,
Serenas
As águas do Mondego.
Miguel Torga
Memória
De todos os cilícios, um, apenas,
Me foi grato sofrer;
Cinquenta anos de desassossego
A ver correr,
Serenas
As águas do Mondego.
Miguel Torga
Comprei-a hoje, porque a vi num quiosque.
Não tem data (o que acho aborrecido!) mas deve ter saído há pouco.
Fica a informação a quem possa interessar😊
Da autora, tinha lido "Canção Doce", um livro que me prendeu do princípio ao fim. Embora este seja diferente, porque são textos pequenos e uma entrevista, lê-se com o mesmo interesse.
Gostei e pretendo ler mais.
Muito bom.
O título, até um bocado tolo, despertou-me curiosidade (fala-se de livros...) e folheei-o sem grande convicção. Mas a leitura da badana convenceu-me pois pensei que era um livro em que várias pessoas falavam da sua relação com os seus/sua livros/biblioteca.
Não é nada disso!
Apesar de tudo, conclui a leitura, porque é ligeiro e várias vezes me fez sorrir, por me sentir identificada.
Enfim, li-o num instante e fiquei a perceber que não sou louca sozinha: há por aí muita gente a comprar, comprar, comprar livros, que compra a pensar que são mesmo para ler (logo que haja oportunidade) mas sabe perfeitamente que nunca irá conseguir ler por falta de tempo/vida.
Haja saúde!😊
Um livro que todos deviam ler, principalmente filhos com pais idosos e cuidadores.
Tem relatos comoventes.
"A velhice, aquela da qual todos fugimos, mas à qual todos desejamos chegar, pode ser boa se nela existirem amor e respeito. A velhice só é negra quando profundamente marcada pela solidão."(pág.205)
Este fim-de-semana realiza-se a Romaria da Sra. de Mércules.
Nos últimos anos fui pouco ao cinema, por falta de tempo e até algum cansaço e desinteresse, mas actualmente, com mais tempo livre quero retomar os bons hábitos😊.
Os próximos cinemas anunciados para o Cine-Teatro :
Conheço pouco da obra da Lídia Jorge. Li Misericórdia pouco depois da minha mãe falecer e foi um livro que me marcou bastante.
Nesta Longa Viagem ficamos a conhecer melhor a autora e a sua obra. Na minha opinião revelou-se uma pessoa simpática e discreta e embora não concorde com tudo o que diz, valeu bastante a leitura e quero ler mais alguma coisa dela.
Foi ontem ( no Dia da Cidade, 225º aniversário) e gostei muito.
Um cenário cuidado e uma apresentação cativante.
5*****
Não sou muito destes festejos, mas enfim...
Recebi duas mensagens/imagens tão bonitas pelo Whatsapp, que merecem ficar aqui.
Há pessoas que não fazem nada para melhorar de vida e esperam que as coisas lhes caiam do céu. Passam a vida a queixar-se. Outras escolhem ser positivas, proactivas e construir o seu caminho com esforço e determinação recusando um destino que à partida parecia sem opção.
Nunca tinha ouvido falar da Célia Correia Loureiro, que tem vários livros publicados. Vou corrigir essa falha, pois fiquei curiosa. Um testemunho de uma jovem digna de admiração.
Até agora, os preferidos das leituras deste ano (embora tenha gostado de tudo o que li, sem desilusões...por enquanto)...