Hoje ( dia 10 ) fui ver o Cisne, de Teresa Villaverde, ao Cine-Teatro Avenida.
"Vera é uma cantora com trinta e alguns anos que volta a Lisboa para encerrar uma série de concertos.
Pablo é o seu acompanhante que ela escolhe através de um questionário e que a ajuda nas noites de insónia. Na casa de Vera, longe de tudo está Sam, o homem que ela ama. Só se entendem longe um do outro e por escrito. A casa é dela, ele aparece para ficar, pede-lhe que saia da sua própria casa onde diz precisar ficar sozinho perto das coisas dela, mas sem ela. Isto magoa-a, mas deixa e vai-se embora deixando-o lá. Uma criança protegida de Pablo comete um acto irreversível matando um homem. Vera envolve-se e protege a criança debaixo da sua asa, e ao salvar a criança, salva-se. E salva Sam."
Retirado da Agenda Cultural da Câmara Municipal de Castelo Branco
O filme tem um ritmo lento, foca temas que merecem reflexão, mas hoje acho que não estava preparada para ver um filme assim.
Ontem, ainda recebi um último presente de Natal.
Fiquei duplamente encantada, porque é um pequeno presépio, e uma caixa de música.
Ouve-se o Silent Night.
Duas coisas de que gosto: presépios e caixas de música.
"França, durante a ocupação nazi. Num internato católico estuda Julien, um rapaz quase a entrar na puberdade. Iniciado o ano lectivo, aparece Bonnet, um novo aluno que tem algo de misterioso. Através de jogos, lutas e do descobrimento de interesses comuns, a amizade entre ambos irá crescendo e tornando-se cada vez mais íntima, sobretudo quando Julien descobre o que o diferencia de Bonnet: ele é ariano, o seu amigo é judeu." ( retirado da caixa do filme ).
O filme tem um ritmo calmo, mas um enredo que nos vai mantendo presos ao ecrã, até ao final da história.
Gostei muito.