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sábado, 24 de agosto de 2024

Cinema em casa

Voltei ao cinema em casa, agora que tenho mais tempo livre.

"Os anos do exílio na vida de Stefan Zweig, um dos escritores de língua alemã mais lidos do seu tempo, entre Buenos Aires, Nova Iorque e Brasil. Enquanto intelectual judeu, Zweit tenta encontrar a atitude correcta face aos acontecimentos na Alemanha nazi, ao mesmo tempo que vai em busca de um lar no novo mundo."(retirado da capa do DVD)

Gostei do filme e fiquei a saber mais algumas coisas sobre a vida do escritor, que se suicidou, deprimido com tudo o que se passava na Europa do seu tempo, e sem poder fazer nada para ajudar. - https://pt.wikipedia.org/wiki/Stefan_Zweig

O filme, de 2016 (?), tem a participação de vários actores portugueses: Virgílio Castelo, Nicolau Breyner, João Lagarto, João Didelet, Maria Vieira e João Cabral.







segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Gelo


Ontem estive a ver o filme Gelo, que tem a duração aproximada de 180 minutos, mas que se vê, sem darmos conta do tempo.

"Os efeitos das mudanças climáticas causam uma devastação inimaginável, dando origem ao pânico mundial quando a humanidade se vê frente-a-frente com uma nova idade do gelo.
Em 2020, o professor Thom Archer avisa que as ações da corporação Halo - que está a pesquisar petróleo no glaciar da Gronelândia - estão a causar a aceleração do degelo da calote polar. Quando Archer é ignorado, dirige-se para o Ártico à procura de provas irrefutáveis para as suas afirmações.
Ao chegar, percebe a verdadeira dimensão da ameaça à humanidade, e apressa-se a voltar a casa para salvar a sua família. Os glaciares colapsam, com consequências devastadoras. O clima fica fora de controlo, e a temperatura do planeta mergulha para valores negativos. "Gelo" confronta-nos com uma possível realidade apocalíptica, que não deixará ninguém indiferente."

É um filme (de 2010) de ficção que nos faz pensar no que pode acontecer, realmente, perante uma catástrofe ambiental.

                                                                              
 
 

sexta-feira, 31 de julho de 2015

O Vagabundo de Montparnasse


O Vagabundo de Montparnasse,  é o primeiro de uma colecção de oito filmes, que estão a sair com o jornal Público à sexta-feira e assinalam os  120 anos da Gaumont, a companhia francesa de produção cinematográfica, fundada em 1895 pelo engenheiro e inventor Léon Gaumont.

O segundo filme, que saiu na semana passada, foi A Atalante e hoje sai o terceiro.

O Vagabundo de Montparnasse é baseado em alguns factos da vida do pintor Modigliani. É um filme interessante.

Cada filme vem acompanhado de um pequeno livro com factos e fotografias relacionados com a história da Gaumont.

                                                                             
 
 

terça-feira, 30 de junho de 2015

Gente estranha


"Somos a soma de todas as pessoas que já conhecemos.
Mudamos de tribo e a tribo muda-nos."

É a última frase (acho que é mesmo a última) de um filme que vi (e que não é nada de especial), chamado Gente Estranha.

Fiquei a pensar na frase e por isso a escrevi.
Há uma grande parte de verdade, nela...

                                ...mas somos muito mais que isso...

                                                                    
 
 

domingo, 28 de junho de 2015

Cinema em casa


Com o calor que se fez sentir, 40º ( gosto do calor, mas não era preciso tanto...) só se pode ficar em casa a curtir o sossego e um pouco mais de fresquinho...

Escolhi um filme, entre os muitos que por aqui vão ficando à espera de vez . Não sei onde o comprei, mas deve ser um daqueles que compro nos quiosques, quando o título ou o pequeno resumo, me agrada.

Ainda bem que o comprei e que chegou a vez de o ver, porque valeu a pena.

                                                                           

                                                                                  

É a história de "Walter Vale, um viúvo e solitário professor sem objectivos nem gosto pela sua vida.
Quando Walter é obrigado a regressar a Nova Iorque para participar numa conferência, encontra o seu apartamento de Manhattan ocupado por um jovem casal de imigrantes ilegais. Depois de esclarecida a intromissão, Vale convida o casal - um jovem músico sírio chamado Tarek e a sua namorada senegalesa - a ficarem com ele no apartamento.
Uma amizade inesperada e profunda desenvolve-se entre o pacato Professor Vale e o vibrante Tarek, mas os bons momentos depressa são perturbados pela injusta prisão de Tarek  e a sua possível deportação. Determinado a ajudar, Walter inicia uma verdadeira cruzada pela libertação do seu novo amigo, redescobrindo uma paixão que pensava perdida há muito tempo."

Uma história  sobre imigrantes ilegais, que muitas vezes, mesmo com vidas já organizadas, vivem o medo permanente de serem descobertos. Uma detenção de um imigrante ilegal, afecta a vida de muita gente de forma irreversível.

Uma história sobre a amizade e o amor, porque "A vida é feita de ligações."

Uma história que infelizmente não acaba bem, onde cada um segue o seu caminho.
E a vida é assim, nem sempre corre como desejaríamos, mas continua.

                                                                          
 
 
 

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Uma vida inacabada

                                                                                       
                                                                                 


"...e lá do alto, parecia que tudo acontece por uma razão."

É com esta frase que o personagem interpretado por Morgan Freeman termina o filme Uma Vida Inacabada.

Sabe bem estar de férias, poder ver os filmes que fomos adiando, ler os livros que não houve tempo de ler, ouvir as músicas que a correria não nos deixou apreciar...
O descanso merecido para fazer, sem remorsos e sem prejuízo das já poucas horas de sono, as coisas que gostamos e que fomos deixando para as férias.
E o tempo vai passar num ápice, mas até lá, a ilusão de que  vai fazer-se tudo o que foi planeado!

Com esse espírito, hoje vi Uma Vida Inacabada. É um filme de domingo à tarde, ligeiro e que nos eleva a alma, porque o bem vence sobre o mal.

Nem sempre assim acontece.
Às vezes acontece.
Às vezes não.

É bom acreditar que a vida no fim acaba por ser justa. E é por isso que dei o tempo por muito bem empregue. Além disso tem dois actores que merecem sempre a pena: Robert Redford e Morgan Freeman. E a jovem actriz  Becca Gardner.


 
Shania Twain é uma das vozes da banda sonora.