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sexta-feira, 29 de maio de 2015

O Sal da Terra


"Um fotógrafo é literalmente alguém que desenha com luz, um homem que escreve e reescreve o mundo com luzes e sombras."

Retirado do Documentário O Sal da Terra de Juliano Ribeiro Salgado e Wim Wenders, que vi hoje (já ontem) no Cine-Teatro Avenida.

Senti-me pequenina e insignificante ao vê-lo.

Pequena e impotente perante a imensa maldade humana, que destrói o seu semelhante, como formigas. E eu poderia ser uma dessas formigas, se tivesse nascido num dos países retratados, os da fome e da guerra.

Pequenina e insignificante perante a grandiosidade, a generosidade e a total perfeição  da natureza.

O documentário termina com uma mensagem de esperança. Há uma esperança ainda, para a recuperação da natureza e do planeta!

Sebastião Salgado é O Homem Que Plantava Árvores, metaforicamente e literalmente, falando.

Não deixem de ver, se puderem, este fabuloso documentário, que "todos deviam ver"!


 
                                                                                      

domingo, 2 de dezembro de 2012

Um raio de sol! - II (O homem que plantava árvores)

 
Muito obrigada Deep, do Blogue letras são papéis, por me ter indicado este belíssimo filme.
O livro de que falei num post anterior , O homem que plantava árvores de Jean Giono.

                                                                         
 
 
Para a Maria João
                                                                             

sábado, 17 de novembro de 2012

Um raio de sol!


O Homem que plantava árvores, de Jean Giono, é um livrinho simplesmente maravilhoso, que uma querida amiga me ofereceu.
Lê-se de fio a pavio. Tem umas ilustrações que são um encanto. E fala de um homem com uma alma generosa.
Uma boa leitura para um dia de chuva!


                                                                                      

" Para que o carácter de um ser humano revele qualidades verdadeiramente excepcionais, é preciso ter a sorte de o ver em acção durante muitos anos. Se esta acção estiver despida de egoísmo, se a ideia que a guia for de uma generosidade sem exemplo, se for indubitável que não pretende qualquer recompensa e, além disso, ainda deixar marcas visíveis no mundo, nesse caso estamos, sem dúvida alguma, perante um carácter excepcional." (pág. 5)

"Quando pensamos que tudo aquilo nasceu das mãos e da alma deste homem - sem quaisquer meios técnicos - apercebemo-nos que o Homem poderia ser tão eficaz como Deus noutras áreas além da destruição." (pág.19)