segunda-feira, 12 de maio de 2014

Exposição " de propósito - Maria Keil, obra artística"


"de propósito - Maria Keil, obra artística"

A exposição "de propósito - Maria Keil, obra artística" continua a itinerância por várias cidades do país. Depois de Cascais, Viseu e Matosinhos, esta iniciativa do Museu da Presidência da República conta, nesta edição, com a parceria da Câmara Municipal de Castelo Branco, que acolhe esta exposição no Antigo Edifício dos CTT. (...)

Com base num recenseamento exaustivo da obra de Maria Keil, de oito décadas, esta mostra procura dar conta do percurso multifacetado da artista, que trilhou os caminhos da ilustração, do azulejo, do design gráfico, da pintura, do desenho, do mobiliário, da tapeçaria, da cenografia e dos figurinos. A qualidade, inovação e surpresa do seu trabalho conferem a Maria Keil um lugar indiscutível na História da Arte Portuguesa do século XX.

"de propósito..." é a apropriação de uma expressão utilizada pela artista, por ocasião do seu 80º aniversário: "Faço 80 anos, sim e é de propósito". A ironia subjacente em grande parte dos seus trabalhos, a desconstrução, a diversidade de abordagens e de suportes e a fuga a categorizações espelham bem a personalidade de Maria Keil e a reivindicação da sua liberdade criativa.

Retirado da Agenda Cultural nº19 - Abril a Junho 2014
da Câmara Municipal de Castelo Branco

                                                                             



































 
 
Uma exposição a não perder!
 
A exposição estará patente ao público até 29 de Junho.
 
 

Ouvindo...


Lloyd Cole


 
 
                                                                               

sábado, 10 de maio de 2014

Sonha!


"Quando se morre, o que se debate ainda dentro em nós com fúria - é a quimera. O que me custa a deixar não é o corpo, é a alma inquieta."

Raul Brandão, A Morte do Palhaço e o Mistério da Árvore, pág.27


sexta-feira, 9 de maio de 2014

Noite de cinema, no Cine-Teatro Avenida


Por aqueles em perigo, de Paul Wright é o filme  que fui ver, ontem.
Ultimamente os cinemas a que tenho assistido são todos pesados, dramáticos, tristes...e ainda por cima (alguns) não são claros! Quer dizer, deixam-nos a possibilidade de especular sobre o que o autor pretende dizer ou transmitir. Muitas vezes, lá venho eu e a amiga com quem costumo ir, a conversar e a interpretar o que vimos e nem sempre vemos as coisas da mesma maneira.
Isto de ver filmes cultos dá-nos volta à mioleira, a bem dizer...

Mas foi um bom filme.

Sobre o peso de ser o único sobrevivente de um acidente no mar.
Sobre a maldade das pessoas, que rejeitam e agridem o que não conseguem entender.
Sobre a diferença.
Sobre a dor dos que ficam e vêem partir para sempre aqueles que amam.
Sobre o poder do mar, que dá, mas leva em troca, o que não lhe querem dar.

Socorro!

Estou a precisar urgentemente de ver um filminho comercial, divertido e com uns actores charmosos!
Onde é que há disso?



 
 
                                                                           

terça-feira, 6 de maio de 2014

Preguiçar!


     Hoje é dia da Nossa Senhora de Mércules, o feriado municipal de Castelo Branco.
     Dia que vou conceder à preguiça! E que bem sabe!

    Quando eu era miúda, cumpríamos a tradição: íamos à missa, na Capela do recinto da romaria, creio que à procissão, e comia-se uma merenda farta e variada, tudo preparado em casa, pela minha mãe. 
     Tínhamos sempre direito a algumas voltas nos carrocéis (alguns, parece-me que ainda hoje são os mesmos...) e uns brinquedos típicos da feira e que eu hoje gostaria de conservar: o fogão de lata, a máquina de costura, um conjunto de pá (de lata), vassoura e abano para o fogareiro, uma bola de serradura , um iô-iô... para o meu irmão algum camião de lata. Brinquedos que recordo com alguma nostalgia.

     Nunca gostei de confusões, nem de amontoados de gente e creio que o que realmente me agradava na festa era mesmo o andar nos carrocéis e os brinquedos que trazíamos.
     Sei que chegávamos cansados a casa, mas era um dia muito alegre.

     Já há alguns anos que não vou à romaria. Não tenho paciência para a confusão de gente e de carros. Nem por curiosidade lá vou. Mas vou muitas vezes até ao recinto, a pé, nas minhas caminhadas. Aquele espaço, que na minha infância eu imagino longíssimo , hoje já quase chegou à cidade.
     E afinal a distância é a mesma (cerca de três quilómetros). A cidade e eu é que realmente mudámos!

     Bem, vou "curtir" o meu feriado!
                
 
                                         
 
Imagens retiradas da Net
 
 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Postais da Serra


Portas, janelas e outros... na Teixeira e no Piódão.
Fotos de Rita Vaz