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sábado, 30 de novembro de 2024

Entre leituras

Há sempre tanta coisa para ler, que os dias e as horas se tornam cada vez mais pequenos, porque também há muita vida para viver...



Comprei-o ontem. É lindíssimo, além de muito informativo:
 "Neste grande inventário poderão descobrir 57 árvores e arbustos da Europa e do mundo. 
Emmanuelle Tchoukriel, ilustradora formada em desenho ciêntifico, representa-os com a precisão e a arte dos naturalistas dos séculos passados. Do jardim botânico à floresta, ela captou as suas silhuetas, folhas e cascas, os animais que as circundam.[...] " (do prefácio).
Um livro maravilhoso!




Como sempre: alguns artigos interessam-me, outros, nem por isso.
Às vezes pondero, mas acabo por comprá-la.





Já ando com ele em mãos, há algum tempo (duas ou três semanas), mas pelo meio já li outros mais pequenos. Tem 505 páginas e vou na 323. Por vezes já me apeteceu desistir da leitura, que acho um bocado aborrecida, em algumas partes, mas a verdade é que não consegui, porque quero mesmo saber o que acontece com as quatro personagens principais. Até já fui espreitar o finzinho (que é uma mania que tenho e a que às vezes é difícil resistir). 
Vai ser mesmo para terminar!
A capa é muito bonita, mas a impressão tem muitas falhas.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

Na LER Verão 2016

"A expressão tem dois sentidos: o da exaltação de todas as coisas que existem no mundo e o da comoção suscitada pela beleza do mundo natural. O meu pai [fotojornalista] costumava colecionar guias sobre tudo e mais alguma coisa: de aviões a pedras ou lagartas. Ele amava o facto de o mundo estar cheio de diferentes tipos de vida, de coisas, de movimentos. Uma das mensagens deste livro é a de que, para entendermos o que é humano, precisamos de interagir com aquilo que não o é. Os animais ensinam-nos muitíssimo sobre o que é ser-se uma pessoa.
[...]
A minha maior conquista foi aceitar a morte do meu pai e a impossibilidade de o ter de volta, e também aceitar que Mabel não podia continuar comigo. O livro acaba com a aceitação de que tudo muda. Não é uma questão de ultrapassar o luto: há que incorporar a perda. De cada vez que perdemos alguém, tornamo-nos uma pessoa diferente."

Excertos da entrevista a Helen Macdonald, na LER nº142/Verão 2016  (acabadinha de sair)
pág.54 e 56.
A propósito do seu livro A de Açor publicado pela Lua de Papel, onde a autora fala da forma como se isolou do mundo, após perder o pai e como, durante esse isolamento, treinou um açor - Mabel.

                                                                             
 
 
Não é açor, mas é da família :)

 
                                                                               

quarta-feira, 20 de abril de 2016

LER

LER  da  Primavera 2016.
Não sei há quanto tempo saiu, mas eu trouxe-a hoje para casa.


                                                                           
 
 

quinta-feira, 26 de março de 2015

Ler

"Que visão tem do País neste momento?
Um barco no meio da tempestade, com os tripulantes às turras entre si (desculpa-se o vulgarismo), a maior parte dos passageiros a gritarem «Salve-se quem puder», e um deles, com pequeno grupo à volta, a dizer «Não tenham medo».

[...]

Mas o que liberta a sociedade da economia não é a racionalidade nem a técnica, mas o amor, o silêncio, a verdade, todas as artes, a compaixão pelos que sofrem, a solidariedade, o diálogo, a conjugação das diferenças. Quando se dá um sentido a estas realidades, ou seja quando estas abstrações se concretizam, também a liberdade humana encontra o seu sentido, sem temer nenhuma escravidão."

Palavras de José Mattoso na entrevista de Francisco José Viegas
Revista Ler nº137 de Março de 2015, pág.38