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domingo, 30 de junho de 2024
domingo, 19 de maio de 2024
Um fado para o domingo
Outra vez a Teresinha Landeiro.
Descobri esta fadista há pouco tempo e gosto muito da voz.
Bom domingo, com fado!
quinta-feira, 16 de maio de 2024
sábado, 30 de março de 2019
Livrinhos...
Quando chegam novos livros cá a casa é dia feliz!
Felizmente acontece com frequência.
Ontem chegaram novos livros!
Poema (sem título)
10.
Sòzinha no bosque
Com meus pensamentos,
Calei as saudades,
Fiz trégua a tormentos.
Olhei para a Lua,
Que as sombras rasgava,
Nas trémulas águas
Seus raios soltava.
Naquela torrente
Que vai despedida,
Encontro assustada
A imagem da vida.
Do peito, em que as dores
Já iam cessar,
Revoa a tristeza
E torno a penar.
Marquesa de Alorna
Felizmente acontece com frequência.
Ontem chegaram novos livros!
Poema (sem título)
10.
Sòzinha no bosque
Com meus pensamentos,
Calei as saudades,
Fiz trégua a tormentos.
Olhei para a Lua,
Que as sombras rasgava,
Nas trémulas águas
Seus raios soltava.
Naquela torrente
Que vai despedida,
Encontro assustada
A imagem da vida.
Do peito, em que as dores
Já iam cessar,
Revoa a tristeza
E torno a penar.
Marquesa de Alorna
domingo, 7 de maio de 2017
sábado, 6 de maio de 2017
Nostalgia
Duas vozes para recordar.
Bom fim-de-semana:)
segunda-feira, 27 de julho de 2015
Ser pequenino :)
A fazer bolachinhas:
É Tão Bom Ser Pequenino
É tão bom ser pequenino
Ter pai, ter mãe, ter avós
Ter esperança no destino
E ter quem goste de nós
Vem cá José Manuel
Dás-me a graciosa ideia
De Jesus na Galileia
A traquinar num vergel
És morenito de pele
Como foi o Deus menino
Tens o mesmo olhar divino
Ai que saudades que eu tenho
Em não ser do teu tamanho
É tão bom ser pequenino
Os teus dedos delicados
Nessas tuas mãos inquietas
Lembram-me dez borboletas
A voejar nuns silvados
Fui como tu, sem cuidados
Também já corri veloz
Vem cá, falemos a sós
Dum caso sentimental
Que eu vou dizer-te o que vale
Ter pai, ter mãe, ter avós
Ter avós afirmo-te eu
Perdoa as imagens minhas
É ter relíquias velhinhas
E ter mãe, é ter o céu
Ter pai assim como o teu
Que te dá o pão e o ensino
É ter sempre o sol a pino
E o luar com rouxinóis
Triunfar como os heróis
Ter esperança no destino
Tu sabes o que é a esperança
O sonho, a ilusão a fé?
Sabes lá o que isso é
Minha inocente criança!
Tu és fonte na pujança
Eu, rio que chegou à foz
Eu sou ante e tu após
Ai que saudades, saudades
A gente a fazer maldades
E ter quem goste de nós
Linhares Barbosa
Tudo Isto É Fado, todas as letras, pág.170
deplanobooks
Uma bolachinha?...
Receita para as bolachas:
- 180g de farinha
- 90g de açucar
- 60g de manteiga derretida
- 1 ovo
- cacau em pó, a gosto
Mistura-se tudo, estende-se a massa e cortam-se as bolachas com as formas.
Vai ao forno num tabuleiro forrado com papel vegetal.
A fazer bonequinhas:
É Tão Bom Ser Pequenino
É tão bom ser pequenino
Ter pai, ter mãe, ter avós
Ter esperança no destino
E ter quem goste de nós
Vem cá José Manuel
Dás-me a graciosa ideia
De Jesus na Galileia
A traquinar num vergel
És morenito de pele
Como foi o Deus menino
Tens o mesmo olhar divino
Ai que saudades que eu tenho
Em não ser do teu tamanho
É tão bom ser pequenino
Os teus dedos delicados
Nessas tuas mãos inquietas
Lembram-me dez borboletas
A voejar nuns silvados
Fui como tu, sem cuidados
Também já corri veloz
Vem cá, falemos a sós
Dum caso sentimental
Que eu vou dizer-te o que vale
Ter pai, ter mãe, ter avós
Ter avós afirmo-te eu
Perdoa as imagens minhas
É ter relíquias velhinhas
E ter mãe, é ter o céu
Ter pai assim como o teu
Que te dá o pão e o ensino
É ter sempre o sol a pino
E o luar com rouxinóis
Triunfar como os heróis
Ter esperança no destino
Tu sabes o que é a esperança
O sonho, a ilusão a fé?
Sabes lá o que isso é
Minha inocente criança!
Tu és fonte na pujança
Eu, rio que chegou à foz
Eu sou ante e tu após
Ai que saudades, saudades
A gente a fazer maldades
E ter quem goste de nós
Linhares Barbosa
Tudo Isto É Fado, todas as letras, pág.170
deplanobooks
domingo, 8 de fevereiro de 2015
Lençóis de Lua
Picasso
Escultor, modelo e cabeça esculpida, 1933
Lençóis de Lua
Amar-te,
Não pode, somente, ser um gesto vago
Tão pouco beber-te, demente.
Apenas de um trago.
Amar-te
É dar-te a alma, a voz, só por este prazer
De junto de ti, saber ser mulher.
Com lençóis de lua
Abro a minha cama
E deito-me nua,
Só, como quem ama.
Com lençóis de lua,
Hora madrugada,
Abraço o teu corpo
Não preciso de mais nada.
Amar-te
É este desejo, aceso na alma
A fome maior, dum teu beijo,
Que nunca se acalma.
Amar-te
É ter em cada manhã, teus olhos nos meus
Dizer-te até logo e nunca um adeus.
Mário Rainho
Tudo Isto É Fado 1, pág.262
deplanoboks
quinta-feira, 8 de janeiro de 2015
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Uma morna a duas vozes
Etiquetas:
Ana Moura,
António Zambujo,
Fado,
Morna,
Palavras
quarta-feira, 14 de maio de 2014
Ouvindo...
Vozes do fado!
sexta-feira, 28 de março de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
domingo, 23 de março de 2014
sexta-feira, 14 de março de 2014
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Ana Moura no Cine-Teatro Avenida
Amanhã, dia 18, Desfado no Cine-Teatro Avenida.
"Desfado, o 5º álbum de originais de Ana Moura, representa um momento de viragem na carreira da artista.
A fadista apostou em nomes da nova geração de compositores nacionais (como Manuel Cruz dos Ornatos Violeta, Márcia, Pedro da Silva Martins dos Deolinda, Miguel Araújo dos Azeitonas, Luísa Sobral e António Zambujo) e em nomes consagrados da música portuguesa (como Aldina Duarte, Tozé Brito, Manuela de Freitas e Pedro Abrunhosa) para a criação dos temas. [...]
No palco Ana moura contará com a participação de Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola de fado), André Moreira (baixo e contrabaixo), João Gomes (teclados) e Mário Costa (bateria e percussões)."
Retirado da Agenda Cultural da Câmara Municipal de Castelo Branco
Os Búzios - letra e música: Jorge Fernando
in álbum Para Além da Saudade (2007)
Até ao Verão - letra e música: Márcia Santos
in álbum Desfado (2012)
quinta-feira, 28 de junho de 2012
A Guitarra
"A guitarra, esse instrumento de vozes tão melodiosas, que, como nenhum outro, fere tão intimamente as fibras do coração fazendo-nos ouvir os cantos, as canções mais populares da nossa terra, esse pequeno instrumento, que traduz a alma do povo portuguêz, jazeu largos anos no mais completo abandono (...)"
A Guitarra Portuguesa, pág.143
Ediclube
A Guitarra Portuguesa, pág.143
Ediclube
O Guitarrista
Pablo Picasso, 1918
"Eu quero que o meu caixão
Tenha uma forma bizarra
A forma de um coração, ai!
A forma de uma guitarra"
Do fado Hilário
Guitarrada
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