Mostrar mensagens com a etiqueta Maria João Fernandes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Maria João Fernandes. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 11 de março de 2024

Apresentação da Antologia "TardeAzul-Poemas de Amor de Saúl Dias/ Desenhos de Júlio"

   No Museu Francisco Tavares Proença Júnior. na próxima quinta-feira às 17h00.                                                                           




sábado, 24 de fevereiro de 2024

Exposição no Museu Francisco Tavares Proença Júnior - Tarde Azul, o Universo Amoroso de Julio/Saúl Dias


 Fui ver a exposição no sábado passado e ontem tentei participar na visita guiada, mas infelizmente não consegui chegar a tempo😪😞, já que fiquei "presa" na escola com um trabalho extra. Só assisti mesmo ao final.

Agora espero ansiosamente o lançamento do livro, cuja data (pelo que me foi dito, ontem) ainda não está definida.

Uma exposição muito bonita, que vale mesmo a pena.

Adorei ver a mesa de trabalho do pintor.                                                                               

                         







quinta-feira, 26 de abril de 2018

Amor, Única Chama

Amor, Única Chama, é o título da exposição na Casa Amarela - Galeria Municipal (Antigos CTT) em Castelo Branco, com obras de Francisco Simões.


     « No contexto das comemorações dos 500 anos da morte do histórico poeta da cidade, uma referência do lirismo nacional, João Roiz de Castelo Branco , a Câmara Municipal da Cidade que lhe deu o nome vai apresentar uma grande exposição com o título: Amor, Única Chama, comissariada pela crítica de arte (A.I.C.A), Maria João Fernandes, de esculturas, desenhos e cerâmicas do artista e um dos nomes maiores da escultura contemporânea em Portugal, Francisco Simões.

     A exposição cujo tema é o Amor e a celebração da mulher dá continuidade ao diálogo com a poesia característico da obra de Francisco Simões [...]

     Reunindo algumas dezenas de obras a mostra dá forma ao arquétipo do feminino intemporal, síntese de uma beleza cósmica e divina e em correspondência com a poesia reunida no livro igualmente de homenagem a João Roiz de Castelo Branco, a antologia inédita prefaciada por Guilherme de Oliveira Martins e com capa e desenhos de Francisco Simões: Cem poemas (de Morrer) de Amor e uma Cantiga Partindo-se, da autoria de Gonçalo Salvado e de Maria João Fernandes.
[...] »

(Retirado do desdobrável da exposição, que pode ser visitada até 1 de Julho)

                                                                                    



                    Capa do livro                                     






Uma Paixão

Ainda existe, cruel, ainda em meu peito
se nutre da paixão o fogo ativo;
ainda contra o teu gosto por ti vivo,
fazendo o sacrifício mais perfeito.

Ainda te adoro, ainda te respeito, 
vendo em ti de meus males o motivo;
porém o coração de amor cativo,
no cativeiro vive satisfeito.

Se às vezes contra ti queixumes solto,
do que fiz insensata então me admiro
e aos meus antigos sentimentos volto.

Só por ti vivo, só por ti respiro:
sairá com a minh'alma, em pranto envolto,
teu nome unido ao último suspiro.

Catarina Lencastre (1749-1824), Viscondessa de Balsemão
pág.98








segunda-feira, 1 de maio de 2017

"É preciso muito tempo para se aprender a ser jovem"

                                                                                       



« "É preciso muito tempo para se aprender a ser jovem", a epígrafe de Picasso desenhada por Martins Correia, um dos grandes Mestres da segunda metade do século XX português e escolhida para título desta exposição resume toda uma filosofia e todo um programa de arte moderna que o grande artista nascido na Golegã partilhava. Picasso, o maior expoente da arte do século XX de que toda a sua arte é quase um símbolo dizia que levou toda a vida para conseguir pintar como uma criança. Por outro lado ele e os arautos da modernidade foram buscar à arte primitiva as raízes da arte moderna. A infância e a arte dos primitivos constituindo uma das essenciais fontes de inspiração da arte moderna, como expressão de uma inocência primeira e de uma original ligação ao inconsciente e aos arquétipos. »
[...]

Maria João Fernandes
Retirado do catálogo da exposição.


Alguns apontamentos da exposição, patente ao público no Antigo Edifício dos CCT, até 28 de Maio.

Gostei muito da exposição e tenho pena que as fotos tenham ficado com pouca luz, mas mesmo assim aqui ficam para aguçar a vontade de uma visita.